Agenda de Indicadores:
USA – Feriado de Dia de Ação de Graças
9:30 – UE – BCE divulga Ata da Última Reunião de Política Monetária
14:30 – BRA – Novos Empregos - Caged
14:30 – BRA – Relatório Mensal da Dívida Pública (Coletiva de Imprensa às 15h)
Agenda de Autoridades:
15:00 – BRA – Gabriel Galípolo, presidente do Bacen, palestra no evento Perspectivas 2026, promovido pela Itaú Asset Management, em São Paulo.
15:00 – BRA – Coletiva de Imprensa do Tesouro sobre o Relatório Mensal da Dívida Pública
Brasil

Acompanhe o Pré-Market de NY:
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLZ2025
Emprego: A expectativa para o Caged de outubro é de criação de 120 mil vagas, indicando desaceleração frente ao resultado robusto de 213 mil empregos registrados em setembro. O mercado de trabalho aquecido tem sido reiteradamente apontado pelo Banco Central como fator de pressão inflacionária, especialmente sobre os serviços, e um dos elementos que dificulta a convergência da inflação. A taxa de desemprego — que será divulgada amanhã pela Pnad Contínua — permanece em mínimas históricas.
Nesse contexto, é provável que o mercado eleve as apostas de corte da Selic em janeiro, enquanto o diretor Galípolo poderá dar novos sinais durante palestra no Itaú Asset Management, às 15h.
Petrobras: O conselho da estatal deve analisar hoje o Novo Plano de Negócios 2026-2030, cuja apresentação oficial está marcada para sexta-feira, às 16h30. A expectativa é de que o plano traga previsão de US$ 106 bilhões em investimentos, abaixo dos US$ 111 bilhões projetados para o ciclo anterior (2025-2029).
Moody’s: A agência de classificação de risco manteve o rating soberano do Brasil em Ba1, com perspectiva estável. Para a Moody’s, o país se beneficia de uma economia grande, diversificada e relativamente protegida de choques externos, mas enfrenta desafios importantes, como elevado custo da dívida, rigidez orçamentária e forte pressão dos gastos públicos. A agência sinalizou que uma elevação da nota poderia ocorrer caso o país avançasse em reformas estruturais mais profundas, incluindo mudanças no modelo de indexação de benefícios ao salário mínimo, redução de vinculações orçamentárias e novos ajustes na Previdência.
Estados Unidos

Os futuros das ações de Nova York —
USA500,
USATEC,
USAIND e
USARUS — operam próximos da estabilidade nesta quinta-feira, em um pregão de baixa liquidez por conta do feriado de Ação de Graças, que mantém Wall Street fechada hoje e com horário reduzido amanhã.
Na sessão anterior, os índices avançaram levemente, sustentados pelo aumento das apostas em um corte de juros pelo Federal Reserve na reunião de dezembro, o que também manteve o dólar um pouco mais fraco frente às principais moedas globais.
No setor de tecnologia, os traders continuam a demonstrar apetite por risco, deixando de lado — ao menos por enquanto — as preocupações com uma possível bolha de inteligência artificial que havia pressionado os mercados no início de novembro.
Europa

As ações europeias —
GER40,
GERMID50,
EURO50,
FRA40,
ESP35,
UK100,
ITA40 e
SWI20 — operam sem direção definida nesta quinta-feira, em um pregão marcado por baixa liquidez, reflexo do feriado nos Estados Unidos e da ausência dos mercados americanos.
Orçamento do Reino Unido:
O Orçamento apresentado ontem pela ministra das Finanças, Rachel Reeves, trouxe um pacote de aumentos de impostos que afetará trabalhadores, poupadores para aposentadoria e investidores. A medida deve gerar um impacto fiscal acumulado de quase £22 bilhões (US$ 28,9 bilhões) ao longo de cinco anos.
A reação nos mercados foi, em grande parte, favorável. Os gilts de 30 anos — título mais sensível a preocupações fiscais de longo prazo — registraram queda de 10,5 pontos-base, para 5,21%, a maior retração diária desde abril.
Comentário de Fiona Cincotta, da City Index: “O que realmente está mexendo com o mercado é o aumento significativo da reserva fiscal pela ministra. Ela praticamente dobrou esse colchão, e isso está sendo absorvido de forma bastante positiva, ajudando a acalmar o mercado de títulos.”
No mercado acionário, a reação também foi construtiva, enquanto no câmbio a libra se fortaleceu diante do dólar, refletindo maior confiança na condução fiscal do governo.

Ásia/Pacífico

Os mercados asiáticos encerraram a sessão desta quinta-feira em alta, acompanhando o avanço das expectativas de que o Federal Reserve possa cortar os juros já na reunião de dezembro.
O Nikkei
NI225 liderou os ganhos na região, subindo 1,2%, impulsionado por ações de tecnologia — com destaque para o SoftBank, que avançou 3,6%. Na Coreia do Sul, o Kospi
KOSPI ganhou 0,7%, mesmo após o Banco Central manter a taxa básica de juros em 2,5%, conforme previsto pelo mercado.
Na China, os principais índices — Shanghai
000001, Shenzhen
399001, China A50
XIN9 e Hang Seng
HSI — fecharam em alta moderada, refletindo um ambiente externo mais favorável ao risco. Em Taiwan, o índice das 50 maiores empresas avançou 0,8%, enquanto na Austrália o ASX
XJO registrou leve ganho de 0,1%.
USA – Feriado de Dia de Ação de Graças
9:30 – UE – BCE divulga Ata da Última Reunião de Política Monetária
14:30 – BRA – Novos Empregos - Caged
14:30 – BRA – Relatório Mensal da Dívida Pública (Coletiva de Imprensa às 15h)
Agenda de Autoridades:
15:00 – BRA – Gabriel Galípolo, presidente do Bacen, palestra no evento Perspectivas 2026, promovido pela Itaú Asset Management, em São Paulo.
15:00 – BRA – Coletiva de Imprensa do Tesouro sobre o Relatório Mensal da Dívida Pública
Brasil
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
Emprego: A expectativa para o Caged de outubro é de criação de 120 mil vagas, indicando desaceleração frente ao resultado robusto de 213 mil empregos registrados em setembro. O mercado de trabalho aquecido tem sido reiteradamente apontado pelo Banco Central como fator de pressão inflacionária, especialmente sobre os serviços, e um dos elementos que dificulta a convergência da inflação. A taxa de desemprego — que será divulgada amanhã pela Pnad Contínua — permanece em mínimas históricas.
Nesse contexto, é provável que o mercado eleve as apostas de corte da Selic em janeiro, enquanto o diretor Galípolo poderá dar novos sinais durante palestra no Itaú Asset Management, às 15h.
Petrobras: O conselho da estatal deve analisar hoje o Novo Plano de Negócios 2026-2030, cuja apresentação oficial está marcada para sexta-feira, às 16h30. A expectativa é de que o plano traga previsão de US$ 106 bilhões em investimentos, abaixo dos US$ 111 bilhões projetados para o ciclo anterior (2025-2029).
Moody’s: A agência de classificação de risco manteve o rating soberano do Brasil em Ba1, com perspectiva estável. Para a Moody’s, o país se beneficia de uma economia grande, diversificada e relativamente protegida de choques externos, mas enfrenta desafios importantes, como elevado custo da dívida, rigidez orçamentária e forte pressão dos gastos públicos. A agência sinalizou que uma elevação da nota poderia ocorrer caso o país avançasse em reformas estruturais mais profundas, incluindo mudanças no modelo de indexação de benefícios ao salário mínimo, redução de vinculações orçamentárias e novos ajustes na Previdência.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York —
Na sessão anterior, os índices avançaram levemente, sustentados pelo aumento das apostas em um corte de juros pelo Federal Reserve na reunião de dezembro, o que também manteve o dólar um pouco mais fraco frente às principais moedas globais.
No setor de tecnologia, os traders continuam a demonstrar apetite por risco, deixando de lado — ao menos por enquanto — as preocupações com uma possível bolha de inteligência artificial que havia pressionado os mercados no início de novembro.
Europa
As ações europeias —
Orçamento do Reino Unido:
O Orçamento apresentado ontem pela ministra das Finanças, Rachel Reeves, trouxe um pacote de aumentos de impostos que afetará trabalhadores, poupadores para aposentadoria e investidores. A medida deve gerar um impacto fiscal acumulado de quase £22 bilhões (US$ 28,9 bilhões) ao longo de cinco anos.
A reação nos mercados foi, em grande parte, favorável. Os gilts de 30 anos — título mais sensível a preocupações fiscais de longo prazo — registraram queda de 10,5 pontos-base, para 5,21%, a maior retração diária desde abril.
Comentário de Fiona Cincotta, da City Index: “O que realmente está mexendo com o mercado é o aumento significativo da reserva fiscal pela ministra. Ela praticamente dobrou esse colchão, e isso está sendo absorvido de forma bastante positiva, ajudando a acalmar o mercado de títulos.”
No mercado acionário, a reação também foi construtiva, enquanto no câmbio a libra se fortaleceu diante do dólar, refletindo maior confiança na condução fiscal do governo.
Ásia/Pacífico
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O Nikkei
Na China, os principais índices — Shanghai
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