Agenda de Indicadores:
USA – Vencimento Mensal de Opções sobre Ações e Índices
10:30 – USA – Rendimento Real
11:45 – USA – PMIs da S&P Global (Prévia)
12:00 – USA – Uni. Michigan: Expectativa de Inflação de 1 e 5 anos
12:00 – USA – Uni. Michigan: Confiança do Consumidor
Brasil

Acompanhe o Pré-Market de NY:
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLZ2025
Estados Unidos

Os futuros das ações de Nova York —
USA500,
USATEC,
USAIND e
USARUS — estendem a forte correção registrada na véspera. O relatório de empregos dos EUA frustrou expectativas ao não oferecer sinais claros sobre a trajetória de curto prazo da política monetária, levando traders a reduzirem exposição a risco, mesmo após os números sólidos da Nvidia.
A sessão de ontem foi marcada por intensa volatilidade. Wall Street abriu em rali, impulsionada pelo balanço da Nvidia e pelos dados de emprego. Mas o entusiasmo evaporou rapidamente: a Nvidia virou de +5% para -3%, arrastando o setor de semicondutores e desencadeando um forte movimento de risk-off. O Nasdaq fechou em -2% após ter subido 2,6% na máxima, enquanto o VIX disparou acima de 27 pontos, refletindo a escalada na demanda por proteção.
O vencimento de opções também contribuiu para a turbulência. Hoje expiram cerca de US$ 3,1 trilhões em opções — incluindo US$ 1,7 trilhão em contratos ligados ao S&P 500 e US$ 725 bilhões em opções de ações individuais — o que tende a amplificar movimentos de curto prazo.
Nos EUA, o relatório de empregos mostrou a criação de 119 mil vagas em setembro, acima do esperado. Porém, a taxa de desemprego subiu para 4,3% e os dados anteriores foram revisados para baixo, deixando um quadro misto para o Federal Reserve, que decidirá a taxa de juros no próximo mês. O próximo Payroll será divulgado apenas em 16 de dezembro, após a reunião do Fed marcada para 10/12. Na CME, as apostas voltaram a apontar 67% de probabilidade de corte, após terem recuado para 58% ontem.
No campo discursivo, membros do Fed reforçaram o tom cauteloso. Beth Hammack, presidente do Fed de Cleveland, alertou que cortes adicionais agora poderiam gerar riscos relevantes para a economia. Já a governadora Lisa Cook afirmou ver possibilidade de quedas acentuadas nos preços dos ativos, caso as condições financeiras afrouxem antes da hora.
Europa

Os principais índices de ações à vista da Europa operam em baixa de até 1,5%, enquanto os futuros exibem movimentos mistos devido às diferenças nos horários de negociação —
GER40,
GERMID50,
FRA40,
ESP35,
UK100,
ITA40 e $ACTIVTRADES:SWI20.
Nos mercados globais, o sentimento segue pressionado pelas preocupações com as avaliações elevadas das empresas de tecnologia e pelo temor de um Federal Reserve mais firme, fatores que mantêm os investidores avessos ao risco. Além disso, as ações do setor de defesa europeu recuam após sinais de possível avanço diplomático para encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia.
Os traders também monitoram atentamente os desdobramentos de um novo plano discutido pelos EUA para encerrar o conflito, que incluiria a redução das forças armadas da Ucrânia e concessões territoriais significativas. O índice europeu de defesa recua cerca de 3%, estendendo o movimento iniciado em outubro.
O índice EuroStoxx 50
EURO50 caminha para uma queda semanal próxima de 3%, o pior desempenho desde o anúncio das tarifas americanas no início de abril.
Ásia/Pacífico

A onda de cautela que tomou conta de Wall Street na quinta-feira se espalhou para os mercados asiáticos nesta sexta, depois de o tão esperado relatório de empregos dos EUA falhar em oferecer sinais claros sobre o rumo da política monetária no curto prazo. Mesmo após os resultados robustos da Nvidia, traders seguiram reduzindo exposição a ativos de risco.
O clima negativo foi mais intenso na Coreia do Sul, onde o Kospi
KOSPI desabou 3,8%. Em Taiwan, o índice TWSE
TW50 recuou 3,4%, enquanto o ASX
XJO australiano caiu 1,6%. A China acompanhou o mau humor regional, com Shanghai
000001, Shenzhen
399001, China A50
XIN9 e Hang Seng
HSI acumulando quedas próximas de 2,4%. No Japão, o Nikkei
NI225 caiu 2,4%, mesmo após o anúncio de um pacote fiscal maciço pelo governo.
Japão anuncia pacote de estímulos:
O grande destaque da madrugada foi a aprovação de um pacote de estímulos de US$ 135 bilhões, a primeira grande iniciativa econômica da primeira-ministra Sanae Takaichi. As preocupações com a crescente expansão fiscal têm pressionado o iene japonês, que opera na mínima histórica frente ao euro e no menor nível em 10 meses contra o dólar. Esse movimento mantém viva a possibilidade de uma nova intervenção no câmbio.
Houve, porém, algum alívio no mercado de câmbio e renda fixa, após Takaichi afirmar que a emissão total de títulos do governo (JGBs) será menor que a do ano passado, o que ajudou a derrubar os rendimentos em toda a curva.

Ao mesmo tempo, indicadores mantêm a pressão sobre o Banco do Japão. A inflação ao consumidor subiu 3% em outubro na comparação anual, reforçando as apostas de que o BoJ pode elevar os juros já em janeiro. O governador Kazuo Ueda disse que a instituição discutirá “a viabilidade e o momento” de um aperto monetário nas próximas reuniões.
Comentário de Min Joo Kang do ING: "Se o iene japonês permanecer fraco e os dados futuros confirmarem tanto a recuperação econômica quanto o aumento da inflação, acreditamos que o Banco do Japão agirá, baseando sua decisão em dados e mantendo a independência da influência política."
USA – Vencimento Mensal de Opções sobre Ações e Índices
10:30 – USA – Rendimento Real
11:45 – USA – PMIs da S&P Global (Prévia)
12:00 – USA – Uni. Michigan: Expectativa de Inflação de 1 e 5 anos
12:00 – USA – Uni. Michigan: Confiança do Consumidor
Brasil
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York —
A sessão de ontem foi marcada por intensa volatilidade. Wall Street abriu em rali, impulsionada pelo balanço da Nvidia e pelos dados de emprego. Mas o entusiasmo evaporou rapidamente: a Nvidia virou de +5% para -3%, arrastando o setor de semicondutores e desencadeando um forte movimento de risk-off. O Nasdaq fechou em -2% após ter subido 2,6% na máxima, enquanto o VIX disparou acima de 27 pontos, refletindo a escalada na demanda por proteção.
O vencimento de opções também contribuiu para a turbulência. Hoje expiram cerca de US$ 3,1 trilhões em opções — incluindo US$ 1,7 trilhão em contratos ligados ao S&P 500 e US$ 725 bilhões em opções de ações individuais — o que tende a amplificar movimentos de curto prazo.
Nos EUA, o relatório de empregos mostrou a criação de 119 mil vagas em setembro, acima do esperado. Porém, a taxa de desemprego subiu para 4,3% e os dados anteriores foram revisados para baixo, deixando um quadro misto para o Federal Reserve, que decidirá a taxa de juros no próximo mês. O próximo Payroll será divulgado apenas em 16 de dezembro, após a reunião do Fed marcada para 10/12. Na CME, as apostas voltaram a apontar 67% de probabilidade de corte, após terem recuado para 58% ontem.
No campo discursivo, membros do Fed reforçaram o tom cauteloso. Beth Hammack, presidente do Fed de Cleveland, alertou que cortes adicionais agora poderiam gerar riscos relevantes para a economia. Já a governadora Lisa Cook afirmou ver possibilidade de quedas acentuadas nos preços dos ativos, caso as condições financeiras afrouxem antes da hora.
Europa
Os principais índices de ações à vista da Europa operam em baixa de até 1,5%, enquanto os futuros exibem movimentos mistos devido às diferenças nos horários de negociação —
Nos mercados globais, o sentimento segue pressionado pelas preocupações com as avaliações elevadas das empresas de tecnologia e pelo temor de um Federal Reserve mais firme, fatores que mantêm os investidores avessos ao risco. Além disso, as ações do setor de defesa europeu recuam após sinais de possível avanço diplomático para encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia.
Os traders também monitoram atentamente os desdobramentos de um novo plano discutido pelos EUA para encerrar o conflito, que incluiria a redução das forças armadas da Ucrânia e concessões territoriais significativas. O índice europeu de defesa recua cerca de 3%, estendendo o movimento iniciado em outubro.
O índice EuroStoxx 50
Ásia/Pacífico
A onda de cautela que tomou conta de Wall Street na quinta-feira se espalhou para os mercados asiáticos nesta sexta, depois de o tão esperado relatório de empregos dos EUA falhar em oferecer sinais claros sobre o rumo da política monetária no curto prazo. Mesmo após os resultados robustos da Nvidia, traders seguiram reduzindo exposição a ativos de risco.
O clima negativo foi mais intenso na Coreia do Sul, onde o Kospi
Japão anuncia pacote de estímulos:
O grande destaque da madrugada foi a aprovação de um pacote de estímulos de US$ 135 bilhões, a primeira grande iniciativa econômica da primeira-ministra Sanae Takaichi. As preocupações com a crescente expansão fiscal têm pressionado o iene japonês, que opera na mínima histórica frente ao euro e no menor nível em 10 meses contra o dólar. Esse movimento mantém viva a possibilidade de uma nova intervenção no câmbio.
Houve, porém, algum alívio no mercado de câmbio e renda fixa, após Takaichi afirmar que a emissão total de títulos do governo (JGBs) será menor que a do ano passado, o que ajudou a derrubar os rendimentos em toda a curva.
Ao mesmo tempo, indicadores mantêm a pressão sobre o Banco do Japão. A inflação ao consumidor subiu 3% em outubro na comparação anual, reforçando as apostas de que o BoJ pode elevar os juros já em janeiro. O governador Kazuo Ueda disse que a instituição discutirá “a viabilidade e o momento” de um aperto monetário nas próximas reuniões.
Comentário de Min Joo Kang do ING: "Se o iene japonês permanecer fraco e os dados futuros confirmarem tanto a recuperação econômica quanto o aumento da inflação, acreditamos que o Banco do Japão agirá, baseando sua decisão em dados e mantendo a independência da influência política."
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La información y las publicaciones no constituyen, ni deben considerarse como asesoramiento o recomendaciones financieras, de inversión, de trading o de otro tipo proporcionadas o respaldadas por TradingView. Más información en Condiciones de uso.
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